
EXTREMOSA (Português)
A extremosa é uma espécie exótica, também conhecida como Resedá, Julieta, Escumilha, Minerva-dos-jardins ou Flor-de-são-sebastião, pertence a família Lythraceae, sendo seu nome científico Lagerstroemia indica L. Etimologicamente, a palavra “Lagerstroemia” homenageia Magnus von Lagerström, um comerciante sueco e amigo de Carl Linnaeus, o pai taxonomia moderna e descritor da espécie. E “indica”, corresponde a sua origem geográfica, sendo essa Ásia e Oceania.
Essa é uma pequena árvore caducifólia, que atinge até 7 metros de altura, com fuste longo, com casca lisa, de cor ocre. Suas folhas são opostas ou alternas, simples elípticas, de até 7 cm de comprimento. As flores dessa espécie possuem 4 a 7 elementos por verticilo, são hermafroditas, com até 4 cm de diâmetro, agrupadas em inflorescências do tipo panículas terminais. A floração da Extremosa ocorre entre dezembro e março, enquanto sua frutificação acontece no outono/inverno. Seu fruto é uma cápsula de formato globoso, valvar, com até 2 cm de diâmetro. A polinização se dá por insetos (entomofilia).
A produção de mudas se faz através de sementes, estacas e rebrotos, sendo que elas germinam entre 15 e 20 dias. As mudas produzidas a partir de sementes geram árvores mais longevas, geralmente não rebrotam na base, como ocorre quando se obtém a muda por via vegetativa.
A Extremosa é frequentemente usada para a arborização urbana como planta ornamental, ideal para plantio em calçadas, canteiros de avenida, praças e jardins, pois apresenta porte compatível com espaço urbano, suas raízes dificilmente trazem danos ao pavimento, possui crescimento rápido, rusticidade e facilidade na obtenção de mudas. Seu potencial ornamental caracteriza-se principalmente pelo colorido de suas flores, podendo ser brancas, róseas, púrpuras e vermelhas.
FONTES:
BACKES, Paulo; IRGANG, Bruno. Árvores cultivadas no sul do brasil: guia de identificação das principais Espécies Exóticas. Santa Cruz do Sul: Instituto Souza Cruz, 2001.
SANTOS, Nara Rejane Zamberlan dos; TEIXEIRA, Italo Filippi. Arborização de vias públicas: ambiente x vegetação. Santa Cruz do Sul: Instituto Souza Cruz, 2001.
Responsáveis dados técnicos: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo) e Lauís Brisolara Corrêa (colaborador externo).
Responsáveis produção textual: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo), Lauís Brisolara Corrêa (colaborador externo), Francielle de Lima (coordenadora), Ariane Ferreira Clavijo (discente voluntária), Lisiane Fernanda de Moraes Guilardi de Paiva (discente bolsista).
ESPUMILLA (Español)
La espumilla es una especie exótica, también conocida como crespón, mirto crepé, árbol de Júpiter pertenece a la familia Lythraceae, y su nombre científico Lagerstroemia indica L. Etimológicamente, la palabra “Lagerstroemia” hace homenaje a Magnus von Lagerström, un comerciante sueco y amigo de Carl Linnaeus, el padre de la taxonomía moderna y descriptor de la especie.
Es un árbol caducifolio, que alcanza hasta 7 metros de altura, con eje largo, con cáscara lisa, de color ocre. Sus hojas son opuestas o alternas, simples elípticas, de hasta 7 cm de largo. Las flores de esa especie poseen de 4 a 7 elementos por verticilo, son hermafroditas, con hasta 4 cm de diámetro, agrupadas en inflorescencias del tipo panículas terminales. La floración ocurre entre diciembre y marzo, mientras su fructificación sucede en otoño/invierno. Su fruto es una cápsula de formato globoso, valvar, con hasta 2 cm de diámetro. La polinización se da por insectos.
La producción de mudas se hace a través de semillas, estacas y brotan de nuevo, siendo que ellas germinan entre 15 y 20 días. Las mudas producidas a partir de semillas generan árboles más longevos, generalmente no brotan de nuevo en la base, como ocurre cuando se obtiene la muda por vía vegetativa.
La Espumilla es a menudo usada para la repoblación forestal urbana como planta ornamental, ideal para plantío en aceras, parterres de avenidas, plazas y jardines, pues presenta porte compatible con espacio urbano, sus raíces difícilmente producen danos al pavimento, posee crecimiento rápido, rusticidad y facilidad en la obtención de mudas. Su potencial ornamental se caracteriza principalmente por el color de sus flores, pudiendo ser blancas, róseas, púrpuras y rojas.
Responsáveis pela tradução: Maria do Socorro de Almeida Farias Marques (docente colaboradora) e Silvia Elena Porciúncula Cunha (discente voluntária).
CRAB TREE (English)
The Crab tree is an exotic species, also known as Reseda, Julieta, Escumilha, Minerva-dos-jardins, or Flor-de-são-sebastião. It belongs to the Lythraceae family, and its scientific name is Lagerstroemia indica L. Etymologically, the word “Lagerstroemia” pays homage to Magnus von Lagerström, a Swedish merchant and friend of Carl Linnaeus, the father of modern taxonomy and descriptor of the species. And “indica” corresponds to its geographical origin, which is Asia and Oceania.
This is a small deciduous tree that grows up to 7 meters tall, with a long trunk and smooth, ochre-colored bark. Its leaves are opposite or alternate, simple elliptical, up to 7 cm long. The flowers of this species have 4 to 7 elements per verticil, are hermaphroditic, up to 4 cm in diameter, grouped in terminal panicle inflorescences. Extremosa flowers between December and March, while its fruiting occurs in autumn/winter. Its fruit is a globular, valvate capsule, up to 2 cm in diameter. Pollination occurs through insects (entomophily).
Seedlings are produced through seeds, cuttings, and sprouts, which germinate between 15 and 20 days. Seedlings produced from seeds generate longer-lived trees and generally do not sprout at the base, as occurs when seedlings are obtained vegetatively.
The Crab tree is often used for urban afforestation as an ornamental plant, ideal for planting on sidewalks, avenue flower beds, squares, and gardens, as it is compatible with urban spaces, its roots rarely damage the pavement, it grows quickly, is hardy, and seedlings are easy to obtain. Its ornamental potential is mainly characterized by the color of its flowers, which can be white, pink, purple, and red.
Responsável pela tradução: Andrea Alfonsina Rivero Sottimano (discente voluntária).
Texto Extremosa interpretado na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Intérprete de Libras: Francine Guerreiro da Silva (discente voluntária)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso:
https://drive.google.com/file/d/1EsDBEEmmV1wfCiTj5kxgQLjOF_yQ1yk-/view?usp=sharing
Texto Extremosa em áudio (português)
Narrador: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso:
https://drive.google.com/file/d/1tdS43gdpvQF36uRJwQMfj_yhFWyOSdSG/view?usp=drive_link
Texto Extremosa em áudio (español)
Narradora: Silvia Elena Porciúncula Cunha (discente voluntária)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso:
https://drive.google.com/file/d/19j9vSdzEcxeoel82PLcaCGWaVoCuWB-3/view?usp=sharing
