
PINHEIRO (Português)
O Pinus, também conhecido como Pinus-teda pertence à família Pinaceae, conhecido cientificamente como Pinus taeda L. Com respeito a sua origem etimológica, ambas palavras derivam do latim, “Pinus” com significado de “pinheiro” e “taeda” com alusão a “tocheira” (madeira resinosa utilizada para tochas). Essa espécie é proveniente do sudeste dos Estados Unidos da América.
Essa árvore apresenta folhagem perene, de grande porte atingindo até 30 metros de altura, com fustes retos de até um metro de diâmetro. Casca marrom-avermelhada, com fissuras irregulares e profundas, soltando-se por lascas alongadas. Suas folhas são aciculadas, 3 por braquiblasto (ramo curto), de 15 a 20 cm de comprimento, rijas. Cones masculinos cilíndricos e amarelados. Cones femininos ovoides, sésseis, simétricos, de até 12 cm de comprimento. Suas estruturas reprodutivas (cones) se tornam férteis na primavera, enquanto a maturação de suas sementes acontece no verão, sendo essas aladas. Cabe mencionar que o Pinheiro é uma gimnosperma e, que, portanto, não possui flores ou frutos verdadeiros, tendo sua polinização por anemofilia (vento). A produção de mudas da espécie se dá apenas através de sementes.
O Pinus é plantado no sul do Brasil, principalmente nas regiões altas do planalto, com finalidade madeireira e para a produção de resina, sendo hoje um dos poucos recursos viáveis para a região. Além disso, cultivado como ornamental, apresenta os mesmos problemas que o Pinus elliotti, sendo considerada uma espécie exótica invasora de ecossistemas naturais. As sementes, como comentado anteriormente, são levadas pelo vento, e germinam livremente sobre ecossistemas campestres e florestais, lavouras e beiras de estradas.
Um dos poucos benefícios ambientais é o de permitir a regeneração natural da Araucária em seu meio.
FONTE:
BACKES, Paulo; IRGANG, Bruno. Árvores cultivadas no sul do brasil: guia de identificação das principais Espécies Exóticas. Santa Cruz do Sul: Instituto Souza Cruz, 2001.
Responsáveis dados técnicos: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo) e Lauís Brisolara Corrêa (colaborador externo).
Responsáveis produção textual: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo), Lauís Brisolara Corrêa (colaborador externo), Francielle de Lima (coordenadora), Ariane Ferreira Clavijo (discente voluntária) e Lisiane Fernanda de Moraes Guilardi Paiva (discente bolsista).
PINO (Español)
El Pino Pinus, también conocido como Pinus-teda pertenece a la familia Pinácea, conocido científicamente como Pinus taeda L. Con respecto a su origen etimológica, ambas palabras derivan del latin, “Pinus” con significado de “pino” y “taeda” con alusión a “tocheira” (madera resinosa utilizada para antorchas). Esa especie es proveniente del sudeste de los Estados Unidos de América.
Ese árbol presenta follaje perenne, de grande porte alcanzando hasta 30 metros de altura, con maderas rectas de hasta un metro de diámetro. Cáscara marrón-rojizo, con grietas irregulares y profundas, desprendiéndose en fragmentos alargados. Sus hojas son afiladas, de rama corta, miden de 15 a 20 cm de largo, engullido. Conos masculinos cilíndricos y amarillentos. Conos femeninos ovoides, sésil, simétricos, de hasta 12 cm de largo. Sus estructuras reproductivas (conos) se tornan fértiles en primavera, mientras la maduración de sus semillas sucede en verano, siendo estas aladas. Cabe mencionar que el Pino es una gimnosperma y, que, por lo tanto, no posee flores o frutos verdaderos, teniendo su polinización por anemofilia (viento). La producción de mudas de la especie se da apenas a través de semillas.
El Pino es plantado al sur de Brasil, principalmente en regiones altas del planalto, con finalidad maderera y para la producción de resina, siendo hoy uno de los pocos recursos viables para la región. A parte de eso, cultivado como ornamental, presenta los mismos problemas que el Pinus elliotti, siendo considerada una especie exótica invasora de ecosistemas naturales. Las semillas, como comentado anteriormente, son llevadas por el viento, y germinan libremente sobre ecosistemas campestres y forestales, cultivos y bordes de camino.
Uno de los pocos beneficios ambientales es el de permitir la regeneración natural de la Araucaria en medio de ella.
Responsáveis pela tradução: Profª. Dra. Maria do Socorro de Almeida Farias Marques (docente colaboradora) e Silvia Elena Porciúncula Cunha (discente voluntária).
PINE (English)
Pine, also known as Pinus-teda, belongs to the Pinaceae family, scientifically known as Pinus taeda L. Regarding its etymological origin, both words derive from Latin, “Pinus” meaning “pine tree” and ‘taeda’ referring to “torchwood” (resinous wood used for torches). This species originates from the southeastern United States.
This tree has evergreen foliage, is large, reaching up to 30 meters in height, with straight trunks up to one meter in diameter. It has reddish-brown bark with irregular, deep cracks, peeling off in elongated chips. Its leaves are needle-like, 3 per brachyblast (short branch), 15 to 20 cm long, and stiff. Male cones are cylindrical and yellowish. Female cones are ovoid, sessile, symmetrical, up to 12 cm long. Its reproductive structures (cones) become fertile in the spring, while its seeds mature in the summer and are winged. It is worth mentioning that the pine tree is a gymnosperm and, therefore, does not have true flowers or fruits, being pollinated by anemophily (wind). Seedlings of this species are produced only from seeds.
Pine is planted in southern Brazil, mainly in the highlands of the plateau, for timber and resin production, and is currently one of the few viable resources for the region. In addition, when cultivated as an ornamental plant, it presents the same problems as Pinus elliottii, being considered an invasive exotic species in natural ecosystems. The seeds, as mentioned above, are carried by the wind and germinate freely in rural and forest ecosystems, crops, and roadsides.
One of the few environmental benefits is that it allows for the natural regeneration of Araucaria in its environment.
Responsável pela tradução: Andrea Alfonsina Rivero Sottimano (discente voluntária).
Texto Pinheiro interpretado na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Intérprete de Libras: Francine Guerreiro da Silva (discente voluntária)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso:
https://drive.google.com/file/d/1stWdU2N8aufqay54qTlTNlM6D1zHLx1_/view?usp=sharing
Texto Pinheiro em áudio (português)
Narrador: Hélio Ramirez Farias (colaborador externo)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso: https://drive.google.com/file/d/1yF9CEwGhvbeHl_mUl-CNmmWnxLZcjV6y/view?usp=drive_link
Texto Pinheiro em áudio (español)
Narradora: Silvia Elena Porciúncula Cunha (discente voluntária)
Responsável pela gravação e edição: Norton Cardia Simões (colaborador interno)
Link de acesso:
https://drive.google.com/file/d/1x53zau69benXsQvf00SMBBU8cejRoYwI/view?usp=sharing
