Renomeação da Coleção: forma de descolonizar o olhar, não mais denominando-a com o nome de um dos seus usurpadores, mas sim com a referência à tradição manifestada pelos objetos→ COLEÇÃO BATUQUE
Reparação: os séculos de escravidão e crimes praticados contra a população africana na diáspora precisam de reparação, de forma que discutir a Coleção Batuque necessariamente passa por abordar o compromisso dos estados nacionais envolvidos na sua usuparção com políticas reparatórias.
Restituição e repatriação: discutir possibilidades de ações de restituição simbólica e repatriação da Coleção mediante um debate com setores diversos (comunidade afro religiosa, movimentos sociais, intelectualidade comprometida com a luta antirracista e demais interessados). A repatriação da Coleção para o solo gaúcho é um dos temas centrais a ser debatido visando propiciar acesso permanente à sua comunidade de origem.”
Pesquisa e Curadoria:
Lúcio Menezes Ferreira (professor e arqueólogo UFPel/UFRJ)
Vinicius Pereira de Oliveira (Vinicius de Aganju; Professor do IFSUL)
Jovani de Souza Scherer (Professor do Colégio Anchieta e doutorando em Hisória/UFRGS).
Fernanda Oliveira (Professora do Departamento de História/UFRGS)
Nina Fola (Mulher de Axé, Socióloga e Multiartista).
Imagens: reprodução de Lúcio Ferreira
Realização em Jaguarão: Ilê Axé Mãe Nice D’Xangô, Grupo de Estudos Sobre Escravidão e Pós-Abolição (GEESPA-UNIPAMPA), Clube 24 de Agosto, Rosas Negras, Neabi Neir Madruga Crespo – IFSUL, Neabi Mocinha – UNIPAMPA, LabPampa – Laboratório de Políticas e Produção Cultural do Pampa (UNIPAMPA).

