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Produção e Política Cultural (Bacharelado) – Jaguarão – 3 Estrelas – Guia da Faculdade – Quero Educação e Estado de São Paulo

Boa tarde, Professor(a).

Em nome de toda a equipe do Guia da Faculdade, fruto da parceria entre a Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo, gostaria de lhe parabenizar pelo resultado obtido por seu(s) curso(s) no segundo ano de nossa avaliação.

Abaixo você encontrará o selo recebido por cada curso que está cadastrado sob sua coordenação em nosso banco de dados.

LISTA DOS CURSOS ESTRELADOS

Produção e Política Cultural (Bacharelado) – Jaguarão – 3 Estrelas – Selo (Imagem | PDF)

 

COMO É FEITA A AVALIAÇÃO

O Guia da Faculdade utilizou uma metodologia conhecida como “avaliação por pares” para analisar a qualidade de mais de 14 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior.

Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:

Participação das Instituições de Ensino Superior
Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.
As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastra pela primeira vez ou atualiza as informações de divulgação, de contato e sobre seus cursos.

Cursos avaliados
Com base nessas informações a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2020, eles precisaram atender aos seguintes critérios:
. Ter a titulação de Bacharelado ou Licenciatura;
. Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2019);
. Ter ao menos uma turma em andamento.

O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Administração em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica.

A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.

Informações utilizadas
A partir de abril deste ano, o coordenador de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:
. Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos
. Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso
. Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos

Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.

Avaliadores
Em 2020 contamos com mais de 9.200 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.

Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.

Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:
. Para a qualidade do corpo docente
. Para a qualidade do projeto pedagógico
. Para a qualidade da infraestrutura

Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas.

Se mesmo após essa redistribuição não seja possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas”.

Resultado Final
O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2020.

O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve no ano anterior, com os seguintes pesos:
. Nota de 2020 – peso 2
. Nota de 2019 – peso 1

Caso o curso não tenha sido avaliado em 2019, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2020.

Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:
. Entre 5 e 4,50 – 5 estrelas
. menor que 4,50 a 3,50 – 4 estrelas
. menor que 3,50 a 2,50 – 3 estrelas
. menor que 2,50 – não-estrelado

Ao final da avaliação, portanto, os cursos são apresentados de acordo com os seguintes conceitos de qualidade:
. 5 estrelas (excelente)
. 4 estrelas (muito bom)
. 3 estrelas (bom)
. Não-estrelado

Monitor de Inclusão Digital do curso, discente Pablo Felipe de Oliveira Sousa 

Monitor de Inclusão Digital do curso, discente Pablo Felipe de Oliveira Sousa

Horários de atendimento.

 Segunda-feira 08:00h – 12:00h

 Quinta-feira 14:00h – 18:00h

 Sexta-feira 14:00h – 18:00h

 Contato: pablosousa.aluno@unipampa.edu.br

Das atividades:

 São atividades a serem desenvolvidas pelo bolsista: a) orientar e dar suporte ao uso da Plataforma Moodle, Google Classroom e Google Meet ao discentes do curso, em atividades relacionadas aos componentes curriculares da graduação e/ou em ações de ensino, pesquisa e extensão; b) orientar e dar apoio aos discentes do curso na formatação de argo, pôster, apresentação de trabalho ou outro afim às atividades acadêmicas da graduação, através de programas de edição de texto, planilhas de cálculo e de edição de apresentação; c) produzir objetos de aprendizagem para uso na Plataforma Moodle em cursos da UNIPAMPA, compreendendo a participação no desenvolvimento de objeto de aprendizagem, que propicie o entendimento de um determinado conteúdo, como elemento facilitador do processo de ensino e aprendizagem; d) auxiliar na organização de atividades por meios digitais promovidas pelo curso; e) agir, quando necessário, na comunicação para com os alunos nos componentes curriculares; f) apresentar o Relatório Final de Atividades ao orientador.

Resultado seleção chamada interna 05-2020 Prograd

Resultado seleção chamada interna 05-2020 PROGRAD.

Aprovado

01. Pablo Felipe de Oliveira Sousa:: 7,3

Não aprovado:

01. Paulo R. Soria Zart: 2,6

 

Prof. Dr. Alan Dutra de Melo

Coordenador Bacharelado em Produção e Política Cultural

Profa Drª Sátira Pereira Machado

Coordenadora Substituta Bacharelado em Produção e Política Cultural

COMPLEMENTO CHAMADA INTERNA 05/2020

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA

COMPLEMENTO CHAMADA INTERNA 05/2020

Tendo em vista o não preenchimento das vagas de monitor de inclusão digital destinadas ao curso de Produção e Política Cultural (02), é reaberto o processo seletivo com os seguintes prazos: 23 a 28 de setembro às 18:00, inscrições por e-mail para o professor Alan Melo: alanmelo@unipampa.edu.br com cópia para a professora Sátira Machado: satiramachado@unipampa.edu.br

A lista dos candidatos homologados será divulgada no dia 28 de setembro, às 19:00 no seguinte endereço: http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cultura/

E as entrevistas para os candidatos homologados será no dia 29 de setembro às 9:00h. no seguinte endereço: https://meet.google.com/nwg-wznh-zhv

O resultado provisório será divulgado no dia 30 de setembro, no seguinte endereço:http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cultura/

O prazo para interposição de recurso será no dia 1º de outubro, por e-mail, para prograd@unipampa.edu.br

E o resultado final  com os  2(dois) bolsistas de inclusão digital do curso de Bacharelado em Produção e Política Cultural será divulgado até o dia 05 de outubro no seguinte endereço: http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cultura/

As condições para a inscrição permanecem as mesmas do edital, mudando apenas a forma de inscrição, inicialmente foi pelo sistema GURI, e agora basta enviar e-mail com nome e matrícula com os demais documentos elencados no edital chamada interna 05/2020.

Chamada_Interna_PROGRAD_5_2020_MONITORIA_DE_APOIO_A_INCLUSAO_DIGITAL (1)

Jaguarão, 23 de setembro de 2020.

 

Prof. Dr. Alan Dutra de Melo

Coordenador do Bacharelado em Produção e Política Cultural

Lei de Emergência Cultural é tema de artigo na Revista Exibidor

A docente do curso de Produção e Política Cultural da UNIPAMPA, Profa. Dra. Carla Daniela Rabelo Rodrigues, publicou novo texto (01/09/2020) na Revista Exibidor e compartilhamos na íntegra abaixo:

Lei Aldir Blanc, Política Cultural e Audiovisual

A Lei Federal 14.017 de 2020, fruto da aprovação do Projeto de Lei 1075/2020, foi finalmente regulamentada. A lei nasce por meio da deputada federal Benedita da Silva com ajuda posterior de outras deputadas/os e de agentes culturais organizados que puderam contribuir com suas experiências e conhecimentos específicos. A deputada Jandira Feghali foi a relatora atuante na construção e aprovação da lei, e sugeriu que fosse chamada de Lei Aldir Blanc em homenagem ao compositor vítima de coronavírus que não recebeu qualquer menção ou homenagem do governo federal.

 

Com a regulamentação da lei, o setor cultural que agoniza diante da pandemia vem se organizando para iniciar o recebimento dos repasses da verba de 3 bilhões de reais advindos principalmente do Fundo Nacional de Cultura gerido pelo Ministério do Turismo. O valor será repassado preferencialmente aos fundos estaduais, municipais e distrital de cultura, e a Plataforma+Brasil fará a operacionalização dos repasses. 

 

Nesse sentido, os estados e municípios devem fortalecer seus cadastros para que os agentes e espaços culturais possam ter acesso à verba. Segundo informações disponíveis no parágrafo 1º do artigo 7º da lei, os solicitantes devem estar inscritos em algum dos cadastros: Cadastros Estaduais de Cultura, Cadastros Municipais de Cultura, Cadastro Distrital de Cultura, Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, Cadastros Estaduais de Pontos e Pontões de Cultura, Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB), ou outros cadastros referentes a atividades culturais existentes na unidade da Federação. Importante destacar que estes cadastros são fruto da criação, fomento e organização do setor cultural numa época em que existia Ministério da Cultura, um momento do país no qual o campo da cultura era tratado com mais cuidado e respeito. Por existirem esses cadastros, ligados ao pensamento operacional do Sistema Nacional de Cultura/SNC (uma ação eficaz de política cultural gestada pelo Ministro da Cultura Gilberto Gil), é que há possibilidade de reconhecer e remunerar nossos agentes culturais em situação de vulnerabilidade nesse momento pandêmico. 

 

A Lei Aldir Blanc prevê uma renda emergencial mensal (R$ 600,00 em três parcelas) aos trabalhadores e trabalhadoras da cultura; subsídio mensal (entre R$ 3 mil e R$ 10 mil) para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social; e iniciativas de fomento (R$ 600 mil) como editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos, de produções, de desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária, de produções audiovisuais, de manifestações culturais, bem como à realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais. Como contrapartida, os espaços culturais deverão organizar atividades culturais abertas ao público em geral ou atividades gratuitas para escolas públicas. Ressalta-se ainda que a lei define como profissional da cultura, as pessoas que participam da cadeia produtiva do setor, incluídos artistas, contadores de histórias, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte e capoeira.

No caso do setor Audiovisual, terão direito a acessar os recursos: cineclubes, produtoras de cinema e audiovisual (microempresas e pequenas empresas), profissionais de audiovisual (platôs, camareiras, produtores de cena, etc), entre outros perfis compatíveis ao disposto na lei. Trata-se de um suporte financeiro temporário importante também para profissionais do Audiovisual que estão sofrendo com a perseguição e paralisação forçada do setor, como o congelamento e ataques ao Fundo Setorial do Audiovisual (que corre risco de ser extinto), a redução do repasse do fundo para a Ancine operar, a ausência de Lei do Audiovisual e de Funcines, o desmonte da Lei de Tv paga, demora na regulação do VOD, veto do Condecine, agressões frontais à Cinemateca, entre tantos outros ataques que ocasionam na diminuição brutal das atividades econômicas do Audiovisual. 

Num contexto de desencanto e de trabalhadores abalados pelas perdas, pelo medo, pela impotência diante de tantos ataques à democracia e ao campo da cultura, o alento encontra-se na organização da sociedade civil e entidades de classe que felizmente estão unidas e organizadas para incidir precisamente na melhoria dessa situação como, por exemplo, a fiscalização de como a lei será implementada. Essas redes profissionais também são redes políticas, de solidariedade, de apoio, de orientação, porque infelizmente o tempo da burocracia não é o tempo da necessidade e do afeto.

Referência:

RABELO, Carla. Lei Aldir Blanc, Política Cultural e Audiovisual. São Paulo: Revista Exibidor, 2020. Disponível em: <https://www.exibidor.com.br/artigo/169-lei-aldir-blanc-politica-cultural-e-audiovisual> e acessível em: <http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cultura/>, Acesso em 01/09/2020.

Prof. Dr. Alan Dutra de Melo participa de Live “Clube Jaguarense, dá origem ao restauro de um patrimônio” na II Semana de Patrimônio de Jaguarão – Nossas memórias, nossas histórias”

 

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É com muito carinho e satisfação que apresentamos a programação da “II Semana do Patrimônio – Nossas memórias, nossas histórias”. Este ano devido a pandemia acontecerá no formato online, entre os dias 17 e 21 de agosto, por meio da página no facebook “Semana do Patrimônio de Jaguarão”.

Venha compartilhar seus saberes, participe enviando perguntas e se quiser ainda há tempo para enviar fotografias junto aos diferentes patrimônios da cidade (lembre de enviar um pequeno relato sobre sua afinidade com o local ou o saber – https://cutt.ly/9dGeJfD).

Artistas locais também poderão enviar vídeos curtos, estes serão exibidos ao longo da semana. Envie uma pequena biografia para divulgarmos com o vídeo.

Participe e compartilhe com suas amigas e amigos 🙂

Tire suas dúvidas: patrimoniojaguarao@gmail.com

PROGRAMAÇÃO II SEMANA DO PATRIMÔNIO DE JAGUARÃO
17 de agosto Segunda-feira
18h Exposição virtual de fotos dos patrimônios da cidade
18h30min. Produção audiovisual da História de patrimônios de Jaguarão
19h Abertura da Semana do patrimônio de Jaguarão – Leitura de Poesia
20h A imaterialidade do patrimônio de Jaguarão-RS – Ma. Fatiane Fernandes Pacheco, Ma. Juliana Porto Machado e Kênya J. Martins de Paiva.

18 de agosto Terça-feira

18h Exposição virtual de fotos dos patrimônios da cidade
18h30min. Produção audiovisual da História de patrimônios de Jaguarão
20h Live “Clube Jaguarense, dá origem ao restauro de um patrimônio” – Participantes: Dr. Alan Dutra de Melo e Ma. Simone Rassmussen Neutzling. Mediadora: Ma. Claudia Anahi Aguilera Larrosa – IFSUL.

19 de agosto quarta feira
18h Exposição virtual de fotos dos patrimônios da cidade
18h30min. Produção audiovisual da História de patrimônios de Jaguarão
19h Documentário “Jaguarão, cidade Negra”- Direção: Andressa Luiza Alves, Robson de Jesus Silva e Caroline Maria dos Santos Souza.
20h Live “Territórios Negros de Jaguarão” – Participantes: Mãe Nice de Xangô, Neir Madruga (Presidente Clube 24 de Agosto) e Ma. Andréa Lima. Mediador: Me. Carlos José Azevedo Machado.
21h-Apresentação Cultural do grupo Ibe Axê.

20 de agosto quinta feira
18h Exposição virtual de fotos dos patrimônios da cidade
18h30min. Produção audiovisual da História de patrimônios de Jaguarão
20h Live “Turismo em tempos de pandemia e Educação para o patrimônio” – Participantes: Me. Carlos José Azevedo Machado; Dra. ngela Mara Bento Ribeiro; Me. Cláudia Anahí Larrosa e Dra. Marilú Angela Campagner May.

21 de agosto sexta feira
18h Exposição virtual de fotos dos patrimônios da cidade
18h30min. Produção audiovisual da História de patrimônios de Jaguarão
20h Live “A produção do saber fazer artesanal em Jaguarão” – Maria Fernanda Passos das Neves/Mercadito das Artes e Yasmin Fagundes Centeno e Cenilza Dreckmann/Casa da Economia Solidária (ECOSOL). Mediadora: Kênya J. Martins de Paiva.

*Apresentação cultural de artistas de Jaguarão*.

Página: https://www.facebook.com/semanadopatrimoniodejag/?eid=ARDs0Tc2uOEwG_BAGSJ4S4cmr1egZeNplS03vqR-oUcVD4eyUEQv7RH5vIMg60ji3yxXxw5HSlkb-QM9&fref=tag

Informações: patrimoniojaguarao@gmail.com

Participe!

Fonte:https://www.facebook.com/semanadopatrimoniodejag/

“Socine em Casa” tem debate proposto por docente do curso de PPC

Tema do debate: MULHERES NO CINEMA DO PERU – crítica, som, música, montagem, produção, roteiro e direção.

>>Debatedoras: Melina León (diretora, roteirista, montadora e produtora); Mónica Delgado (crítica de cinema e pesquisadora); Rosa María Oliart (sound designer e professora universitária) e Pauchi Sasaki (compositora de trilhas musicais e artista sonora).

>>Coordenação/mediação: Profa. Dra. Carla Rabelo (UNIPAMPA), Profa Dra Karla Holanda (UFF) e Prof. Dr. Fernando Llanos (FASCS).

>>Data e horário: 21/08/2020 – das 16h às 18h.

>>Link da transmissão ao vivo no Youtube Socine: https://www.youtube.com/channel/UC85N5COgWkwtHdtu1q0Xtvw/featured

>>Mais informações sobre a SOCINE EM CASA:

 

>>Apresentação: O cinema do Peru é pouco exibido e difundido no Brasil, mas sua cinematografia é vasta e vem crescendo exponencialmente na últimas décadas, reforçando os trabalhos de profissionais de longa data e também das novas gerações. As mulheres sempre estiveram presentes na história do audiovisual peruano desde o início do século XX, e têm colaborado com o setor em diversas frentes como crítica, direção, roteiro, som, música, montagem, direção de arte, produção, entre outras. Por isso, propomos uma conversa online com mulheres profissionais do cinema em áreas diversas que irão expor seus saberes-fazeres. Desse modo, apostamos na difusão dos trabalhos de mulheres que atuam no cinema e audiovisual, e também na ideia de repensar o campo sob óticas plural e decolonial, além de fomentarmos a criação de redes e espaços para debates sobre o cinema de/em países da região andina. A conversa com as profissionais do cinema peruano pretende recorrer suas histórias, seus processos criativos, recursos estilísticos e narrativos, aspectos históricos e socioculturais do Peru, contexto mercadológico e incentivos públicos, e principalmente as dificuldades das mulheres no fazer cinematográfico do país. O debate será conduzido em língua espanhola, mas também em portunhol e português, com tradução eventual caso haja necessidade. Informações: carlarabelo@unipampa.edu.br

Currículos das convidadas

>>Melina León: diretora de cinema, montadora, roteirista. Formada em Cinema pela Columbia University. Vive e trabalha entre Lima e Nova Iorque. Seu primeiro longa-metragem Canción sin Nombre foi premiado na Quinzaine des Réalisateurs do Festival de Cannes 2019 e indicado ao prêmio Caméra D’Or. A primeira diretora peruana em Cannes. O filme foi selecionado em numerosos festivais internacionais, obtendo mais de 30 prêmios entre os quais, destacam-se Melhor direção em Thessaloniki Film Festival, Melhor filme no Stockholm Film Festival e o Prêmio Cinevision de melhor diretora emergente no Festival de Munich. Melina León também dirigiu os curtas-metragens de ficção El Paraíso de Lili (estreado no 47o Festival de Cinema de Nova York) e Girl with a walkman, e os curtas documentais Tania Cerrón: el camino del bambú, e Lola Apolinario: empreender, iniciar, entre outros. Também atuou na equipe de direção de arte de grandes filmes peruanos como Coraje e El bien esquivo.

>>Rosa María Oliart: Diretora da Fade Out, empresa de desenho e mixagem de som cinematográfico, artes cênicas e outras formas de criação sonora. Criadora do Archivo Sonoro Los Sonidos del Perú. Seus trabalhos cinematográficos mais recentes são: Wiñaypacha, El soñador, Rosa Chumbe, Av. Larco, El Elefante Desaparecido, La Casa Rosada, Solos, Sigo Siendo, El viaje de Javier, WIK, Rodar contra todo, Asu mare 1, 2 y 3; Locos de Amor 1, 2 y 3; entre outros. Nas artes cênicas: Orlando, Camasca, Incendios, entre outras. É graduada em Comunicação pela Universidad de Lima, e atualmente realiza um Mestrado em Estudos Culturais na  Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP). É professora da área de Som na Universidad de Lima, na PUCP e na EPIC. Foi professora do Instituto de ciencias del Sonido Orson Welles e na Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de San Antonio de los Baños, Cuba.

>>Pauchi Sasaki: Violinista, compositora e artista sonora interdisciplinar. Desenvolve trabalho de improvisação, experimentação, desenvolvimento de performances multimídia e composição musical para cinema, dança, teatro e instalações. Fez mestrado no programa MFA Electronic Music and Recording Media en Mills College, Oakland – Califórnia, graduação em Jornalismo na PUC Perú, e formação paralela em Música Andina no Centro de Música y Danza – CEMDUC (PUCP). Estudou violino (ayacuchano, judaico e asiático) e música clássica do norte da Índia no Ali Akbar College of Music en San Rafael, California. Ao longo de sua carreira participou de festivais no Peru, EUA, Japão, Espanha, Chile, Colômbia e Suíça. Na composição de trilhas musicais, destacam-se os filmes: Canción sin Nombre, Perro Guardián, Climas, Pacificum, NN, Lima 13, Retrato peruano del Perú, El viaje de Javier Heraud, La Última Noticia, Box, Design is One: The Vignellis, Emigrant, entre outros.

>Mónica Delgado: Mestra em Literatura com ênfase em Estudos Culturais pela Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Comunicadora, pesquisadora e crítica de cinema. Co-diretora da revista especializada em cinema independente e experimental Desistfilm. Escreveu o livro ‘María Wiesse en Amauta: los orígenes de la crítica de cine en el Perú’ e foi co-autora em diversas publicações sobre cinema latinoamericano e outros temas como “Un lugar en el mundo. El cine latinoamericano del siglo XXI en 50 películas” e “Objetivo: Planeta Tierra. El documental de medio ambiente”. Dirigiu o Cineclube da Universidad de Ciencias y Humanidades. É colunista do portal de jornalismo independente Wayka.pe. Integrou o júri de diversos festivais internacionais como Valdivia, Olhar de Cinema, Curtas Belo Horizonte, FICUNAM, entre outros.

Referências

RABELO, Carla. Mulheres no Cinema Peruano. Em: Revista Exibidor. São Paulo, 2020. Disponível em: http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cultura/2020/08/04/

RODRIGUES, Carla Daniela Rabelo. Mujer en el cine peruano: entrevista a la directora Ana Caridad Sanchez. Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento, v. 7, n. 1, p. 189-203, 2020. Disponible en: https://aim.org.pt/ojs/index.php/revista/article/view/574